LED

A sigla inglesa LED significa Light Emmiting Diodes que em português significa "diodo emissor de luz".

Os LED's são construídos a partir de semicondutores capazes de converter a corrente elétrica diretamente em luz.

Em 1962 foi produzido o primeiro LED por Nick Holonyak, no laboratório da General Electric. Mas a produção e aplicação industrial mesmo, começaram por volta de 1970 e até hoje continua em grande evolução. Os LED's têm dimensões de poucos milímetros e um gasto energético extremamente baixo; por isso oferecem vantagens construtivas e ambientais em muitas aplicações.

Os progressos com esta tecnologia já estão ao ponto de poder substituir muitas lâmpadas em aplicações tradicionais como iluminação de áreas internas ou externas – vitrines, museus, residências, galpões industriais e parques públicos.

Características técnicas:

O LED é composto de camadas diferentes de semicondutores que, quando polarizado emite uma luz monocromática que, ao oposto de uma lâmpada à incandescência emana um espectro contínuo de luz. A cor da luz emitida pelos LED's depende exclusivamente do material utilizado, enquanto a durabilidade (horas de vida útil) e a eficácia diretamente com a evolução das tecnologias de produção.

“Até ontem” um LED chegava a emitir um fluxo luminoso de 240lm/W. “Até ontem” porque este valor varia quase dia a dia (progresso tecnológico) e de acordo com a cor - branco claro, vermelho e verde a paridade de watt irradiam a mesma quantidade de lúmen.

Fator determinante da vida útil do LED é a fonte de alimentação: uma alimentação não correta provoca quase sempre uma drástica diminuição da vida útil do LED. O uso dos transformadores em corrente continua fornecido pelos fabricantes possibilita uma luminosidade máxima e uma garantia de rendimento por muitos anos. O custo de manutenção como conseqüência disso é praticamente zero por ano, e por diversos anos!

O LED é muito resistente a solicitações mecânicas, pode ser utilizado em condições ambientais difíceis como, por exemplo, em luminárias embutidas em pisos rodoviários, aeroportos, centros comerciais, etc.

Como iluminação decorativa os fabricantes de luminárias estão cada vez mais investindo no design de novos produtos. Por ser coloridos temos a eliminação de filtros que reduzem a eficácia das luminárias.

Painéis solares já estão sendo utilizados para alimentar os LEDs. Uma iluminação de objetos sensíveis ao calor ou sensível os raios UV, por exemplo, obras de artes, tecidos e documentos antigos, pode ser feita com a luz fria do LED, visto que a emissão de infravermelhos e ultravioletas é zero.


FIBRAS ÓTICAS

A fibra ótica é um filamento plástico ou de vidro que conduz a luz, constituído por dois materiais concêntricos com índice de refração quase iguais.

Para entender o funcionamento de um cabo de fibra ótica, é importante conhecer os princípios físicos da reflexão e da refração da luz. Estes fenômenos acontecem quando um raio luminoso atravessa a superfície de separação entre dois materiais que tenham diferentes índices de refração. O sinal luminoso atravessando a superfície sofre uma refração e em parte é refletido. Esta reflexão é que permite a luz viajar dentro de um cabo de fibra ótica.

O cabo externo das fibras óticas é bastante resistente e pode ser curvado sem danos até 90º com raio de curvatura restrito a poucos milímetros.

As aplicações das fibras óticas são múltiplas e considerando a ausência de infravermelhos - IR, e ultravioletas - UV, possibilitam iluminar materiais fotossensíveis.

Obras de arte, jóias e piscinas são alguns exemplos de objetos ou locais que pode ser iluminados com fibra ótica.

A possibilidade de filtrar com cores os fachos de luz viabiliza a criação de cenários sugestivos como um céu estrelado em um quarto de criança.


LÂMPADAS

Lãmpadas fluorescentes

A família das lâmpadas à descarga de gases é muito grande e o impacto ambiental delas, infelizmente também é grande!
As fluorescentes fazem parte desta família e conténs o vapor de mercúrio nocivo para o meio ambiente. A vida útil destas lâmpadas é muito mais que das à incandescência, o consumo na conta de luz é menos.
Funcionamento:
As Fluorescentes são constituídas por dois elétrodos submergidos num gás que geram uma descarga quando existe uma passagem de corrente elétrica. O gás reage emitindo uma luz visível.
 

Lâmpadas à incandescência

As lâmpadas tradicionais, que todo o mundo conhece! O senhor Thomas Alva Edison, em 1879, inventou a lâmpada que revolucionou a vida de todos os seres do planeta!

Todo o mundo sabe que o vidro da lâmpada é cheio de um gás inerte com um fio de tungstênio, o fio fica incandescente quando é atravessado por uma corrente elétrica e assim emite a luz! Em geral o custo delas é barato, a produção delas não interfere com o meio ambiente. A eficiência luminosa é limitada, por isso o consumo de watt por lúmen produzido é dispendioso. A vida útil delas geralmente não passa das 1000 horas.

Lâmpadas halógenas

Este tipo de lâmpada é incandescente como a lâmpada tradicional a diferença principal esta no gás halógeno que fica no bulbo e favorece a regeneração do filamento de tungstênio. O aquecimento é elevado.

A vida útil é o dobro das lâmpadas comuns e a eficiência luminosa é bem melhor. As dimensões reduzidas permitem uma utilização em espaços pequenos – por exemplo, forros de gesso - e por conseqüência os aparelhos receptores - as luminárias – também.


 

 

 
 
 
 
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